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A CAVERNA CRISTALINA: UMA AVENTURA NO TEMPO

VOLUME 1

ISBN: 978-989-51-3289-8

Páginas: 416

Formato: 14x22cm

Editora: Chiado Books

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Sinopse

Romance de aventura e ficção, que conta a história de um grupo de pesquisadores que vivem experiências de portais dimensionais em uma caverna cristalina, situada na Chapada Diamantina, no estado da Bahia. A formação geológica do local, o poço de águas transparentes no centro, a janela no alto e os efeitos acústicos e luminosos que invadem o ambiente cristalino ocasionam viagens no tempo, levando a turma ao passado do vilarejo de Igatu. Nas idas e vindas por portais, são sempre as mesmas pessoas se reencontrando nas diferentes realidades visitadas. Passado, presente, futuro, morte e renascimento se entrelaçam, conferindo à vida uma nova dimensão, trazendo à tona um mundo invisível, muitas vezes desconsiderado ou esquecido, e convidando o leitor a considerar diversas realidades possíveis coexistindo.

Isa e Theodora são transportadas para uma época próspera em que a localidade tinha lavras de ouro e pedras preciosas. Lúcia, Raphaela, Tobias e Victor chegam ao período logo após a abolição da escravidão. Dan ressurge em uma Igatu violenta e decadente, e passa maus bocados ao ser confundido com um ladrão de diamantes. Para trazer de volta os colegas desaparecidos, professor Samuel precisa desvendar os segredos que unem passado, presente e futuro. Ele conta com a ajuda do sábio chefe indígena Acauã, portador de uma bússola mágica capaz de nortear as viagens no tempo.

 

Acompanhando as aventuras dos viajantes do tempo da Chapada Diamantina, o leitor descobre a história da região, desde o apogeu da extração do ouro e dos diamantes, passando pela decadência da mineração, até os dias de hoje. Houve um tempo em que Xique-Xique de Igatu chegou a ter 10 mil habitantes, cassinos, cabarés e bairros de escravos na periferia. Hoje, Igatu é um povoado de aproximadamente 400 habitantes que vive essencialmente do turismo. Ao se deparar com cenários absolutamente estranhos e, em alguns casos, até mesmo hostis, a turma que se percebe no passado de Igatu terá que encontrar um meio de retornar ao seu tempo, para a realidade de onde veio.

Além da aventura, da ficção e do conteúdo histórico apresentado, a trilogia também revela um lado espiritual, que vai se tornando mais evidente ao longo da história, promovendo reflexões sobre a vida e o mundo que percebemos à nossa volta. Considerando que tudo é vibração e que há uma parcela enorme da realidade que escapa à percepção humana, existiriam diferentes mundos imbricados acontecendo em faixas vibracionais distintas? Estaríamos condicionados a perceber apenas uma fatia específica da realidade, momentaneamente sintonizada e eleita como real e única? Será que podemos pensar em termos de níveis de percepção e consciência da realidade ou de diferentes planos emocionais e/ou vibracionais de manifestação? O que, de fato, é sonho ou realidade, tendo em vista a qualidade efêmera e mutante de toda realidade vivida, sensível a cada intenção, pensamento ou sentimento emitido? Seríamos nós os capturados no tempo?

Ilustrações de Christiane Couve de Murville